1) Afinal de contas, o que é um Estado Nação? Sempre existiam? Quais são suas pricnipais características? Quando começou a ser importante para a história da Europa? E da América?
A ideia de Estado-nação nasceu na Europa em finais do século XVIII e inícios do século XIX. Provém do conceito de "Estado da Razão" do Iluminismo, diferente da "Razão de Estado" dos séculos XVI e XVII. A Razão passou a ser a força constituidora da dinâmica do Estado-nação, principalmente ao nível da administração dos povos. A ideia de pertença a um grupo com uma cultura, língua e história próprias, a uma nação, foi sempre uma das marcas dos europeus nos últimos séculos, ideal que acabariam por transportar para as suas projeções coloniais. Há um efeito psicológico na emergência do Estado-nação, pois a pertença do indivíduo a tal estrutura confere-lhe segurança e certeza, enquadramento e referência civilizacional. O Estado-nação afirma-se por meio de uma ideologia, uma estrutura jurídica, a capacidade de impor uma soberania, sobre um povo, num dado território com fronteiras, com uma moeda própria e forças armadas próprias também. É na sua essência conservador e tendencialmente totalitário.
O aparecimento do Estado-nação corresponde à fase nacionalista do Ocidente e ao seu processo de industrialização. Assim, o seu surgimento justificou investimentos tecnológicos e com eles lucrou, fomentando as economias nacionais e gerando capacidades militares de defesa e mesmo de ataque. Além do mais, transformou o nacionalismo numa ideologia que não mais parou de ganhar adeptos e permitiu aspirações de natureza económica e territorial. Marx defendeu ainda que o proletariado era apátrida, era internacional, mas a Primeira Guerra Mundial, na sua origem como nas suas consequências, acabou por reforçar a ideia do Estado-nação e dos nacionalismos. Estes foram combatidos pela União Soviética, plurinacional mas internacionalista, mas que na sua desagregação acabaria por ver irromper, no seu antigo território, tantos Estados-nações amordaçados durante mais de setenta anos. A União Soviética, no entanto, não era um Estado-nação, mas um conjunto de 15 Estados-nações e mais de 100 povos por eles espalhados, muitos nómadas e clânicos mas, com a sovietização, enquadrados dentro de limites territoriais impostos por Moscovo.
Se nasceu entre as potências colonizadoras no século XIX, também nesta centúria o conceito de Estado-nação ganharia os povos da Europa de Leste, ameaçando ruir os antigos impérios dinásticos da Europa, nomeadamente o Austro-Húngaro, em cujo seio estalou a Primeira Guerra Mundial, graças a um estudante sérvio que lutava pela proclamação de um Estado para a sua nação sérvia. Era a época dos nacionalismos e da emergência das nacionalidades, que Estaline reprimiria na União Soviética e que Hitler tentara subjugar com o nazismo, mas que acabou por sair da Europa e conquistar outros continentes, acelerando a descolonização africana, por exemplo. Nalguns casos, no pós-Segunda Guerra, o nacionalismo ganhou um cariz religioso, como o Irão xiita, noutros assumiu o comunismo como bandeira ideológica e política.
Mas na Europa, com Charles de Gaulle e Jean Monet, por exemplo, sem se perder a ideia do Estado-nação, criou-se, com a Comunidade Europeia, a Europa das Nações, que tem paralelo militar e político na NATO e até nas Nações Unidas. As nacionalidades não se diluíram, pelo contrário, como nos Balcãs, antes se agruparam na prossecução de interesses e estratégias que só em comum em concertação poderiam superar crises e estabelecer vias e metas para o futuro. Outros pontos do globo, a ideia de um povo, uma língua, um território, logo uma nação, daí a necessidade de Estado, a independência enfim, tem pulverizado e retalhado antigos grandes Estados, gerando conflitos e escaladas de violência inusitadas.
O que é um Estado Laico?
Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. Também conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma religião.
Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.
O Brasil é oficialmente um Estado laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações preveem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas.
No artigo 5º da Constituição Brasileira (1988) está escrito:
“VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
Contudo, a laicidade do Estado pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado, e um aspecto que contraria essa postura é o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras.
Nos países que não são laicos (teocráticos), a religião exerce o seu controle político na definição das ações governativas. Nos países teocráticos, o sistema de governo está sujeito a uma religião oficial. Alguns exemplos de nações teocráticas são: Vaticano (Igreja Católica), Irã (República Islâmica) e Israel (Estado Judeu).
O livro "Minha Primeira Paixão", é um livro muito especial, pois foi inicializado por Elenice Machado, que ao decorrer do livro não teve possibilidades de finalizá-lo pois lutou muito contra sua doença e acabou a falecer... O livro foi finalizado por Pedro Bandeira, que inclusive foi bem finalizado... Mas como todas minhas opiniões em relação aos livros que li de Pedro Bandeira, acho que deveria conter mais detalhes... Mas enfim, no livro conta sobre Frida, nova aluna da sexta série A e José Olímpio conhecido como "Pimpo", viviam em meio as provocações e guerras desde quando Frida sentava na frente dele na sala de aula. Entre em uma armação e outra, eles vão se entendendo "devagarzinho" por meio das desculpas. Frida chama Pimpo para ir a casa dela e entrega um cachorrinho para Pimpo com nome de Pimpo. Depois de os dois já estarem entendidos, começaram a se apaixonar e encontrar realmente o amor.
O livro "Mariana" de Pedro Bandeira fala de uma jovem de 14 anos com pais separados que só pensam em namoro. Mariana é uma garota que resolve tudo ao seu modo com a ajuda de seu amigo "Jorginho". Tem seus problemas, mas não quer que ninguém saiba, sempre guarda para si mesma. Ao decorrer do livro ela entra em uma grande confusão por ter inventado um namorado... Mas no fim descobre que seu verdadeiro amor é Jorginho.
Momento jornalístico dos conflitos no Oriente Médio
1.ª Guerra Árabe-Israelense (1948-49) – Exércitos de cinco países árabes atacam Israel, que resiste e no final do conflito tem sob seu controle 70% da antiga Palestina britânica. A Jordânia ocupa a Cisjordânia e o setor oriental (árabe) de Jerusalém, controlando o acesso aos santuários da Cidade Velha. O Egito ocupa a Faixa de Gaza. Um milhão de palestinos se refugiaram em países árabes vizinhos.
Guerra dos 6 Dias (1967) – Diante de sinais repetidos de uma invasão sendo preparada no Egito, Síria e Jordânia, Israel lança um contra-ataque preventivo. Uma semana depois, conquista a Cisjordânia e Gaza e ainda ocupa as colinas de Golan (Síria) a Península do Sinai (Egito) até a margem do Canal de Suez. Jerusalém é unificada sob domínio israelense e depois anexada e proclamada capital "eterna e indivisível" de Israel, sob protestos internacionais. Com a derrota árabe, o líder guerrilheiro Yasser Arafat, do movimento Al-Fatah, assume o comando da OLP.
Guerra do Yom Kippur (1973) – No dia mais sagrado do calendário judaico, Síria e Egito atacam Israel, recuperando numa ofensiva fulminante os territórios que perderam em 67. A contra-ofensiva israelense restabelece a situação anterior.
Camp David - Em 78, Egito e Israel assinam em Camp David, nos EUA, um acordo de paz que permite a devolução do Sinai e inclui um plano de concessão de autonomia para os palestinos na Cisjordânia e Gaza sob ocupação israelense.
Invasão do Líbano (1982) – Determinado a afastar de sua fronteira norte os guerrilheiros palestinos que atacam do sul do Líbano, Israel invade o país vizinho e ocupa a capital, Beirute, forçando a retirada do comando da OLP para a Tunísia. Israel retira as tropas em 85 mas mantém uma faixa do sul do Líbano ocupada até maio de 2000.
Intifada (1987-93) – Uma rebelião explode na Cisjordânia e Gaza e jovens palestinos enfrentam diariamente (com pedras) as tropas israelenses. Centenas são mortos e a violência só arrefece depois da derrota do Iraque (apoiado pelos palestinos) na Guerra do Golfo (1991).
Guerra do Golfo
Conflito militar ocorrido inicialmente entre o Kuwait e o Iraque de 2 de agosto de 1990 a 27 de fevereiro de 1991, que acaba por envolver outros países. A crise começa quando o Iraque, liderado pelo presidente Saddam Hussein (1937-), invade o Kuwait. Como pretexto, o líder iraquiano acusa o Kuwait de provocar a baixa no preço do petróleo ao vender mais que a cota estabelecida pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Hussein exige que o Kuwait perdoe a dívida de US$ 10 bilhões contraída pelo Iraque durante a guerra com o Irã (1980) e também cobra indenização de US$ 2,4 bilhões, alegando que os kuweitianos extraíram petróleo de campos iraquianos na região fronteiriça de Rumaila. Estão ainda em jogo antigas questões de limites, como o controle dos portos de Bubiyan e Uarba, que dariam ao Iraque novo acesso ao Golfo Pérsico.
A invasão acontece apesar das tentativas de mediação da Arábia Saudita, do Egito e da Liga Árabe. As reações internacionais são imediatas. O Kuwait é grande produtor de petróleo e país estratégico para as economias industrializadas na região. Em 6 de agosto, a ONU impõe um boicote econômico ao Iraque. No dia 28, Hussein proclama a anexação do Kuwait como sua 19ª província. Aumenta a pressão norte-americana para a ONU autorizar o uso de força. Hussein tenta em vão unir os árabes em torno de sua causa ao vincular a retirada de tropas do Kuwait à criação de um Estado palestino. A Arábia Saudita torna-se base temporária para as forças dos EUA, do Reino Unido, da França, do Egito, da Síria e de países que formam a coalizão anti-Hussein. Fracassam as tentativas de solução diplomática, e, em 29 de novembro, a ONU autoriza o ataque contra o Iraque, caso seu Exército não se retire do Kuwait até 15 de janeiro de 1991. Em 16 de janeiro, as forças coligadas de 28 países liderados pelos EUA dão início ao bombardeio aéreo de Bagdá, que se rende em 27 de fevereiro. Como parte do acordo de cessar-fogo, o Iraque permite a inspeção de suas instalações nucleares.
Conseqüências – O número estimado de mortos durante a guerra é de 100 mil soldados e 7 mil civis iraquianos, 30 mil kuweitianos e 510 homens da coalizão. Após a rendição, o Iraque enfrenta problemas internos, como a rebelião dos curdos ao norte, dos xiitas ao sul e de facções rivais do partido oficial na capital. O Kuwait perde US$ 8,5 bilhões com a queda da produção petrolífera. Os poços de petróleo incendiados pelas tropas iraquianas em retirada do Kuwait e o óleo jogado no golfo provocam um grande desastre ambiental.
Tecnologia na guerra – A Guerra do Golfo introduz recursos tecnológicos sofisticados, tanto no campo bélico como em seu acompanhamento pelo resto do planeta. A TV transmite o ataque a Bagdá ao vivo, e informações instantâneas sobre o desenrolar da guerra espalham-se por todo o mundo. A propaganda norte-americana anuncia o emprego de ataques cirúrgicos, que conseguiriam acertar o alvo militar sem causar danos a civis próximos. Tanques e outros veículos blindados têm visores que enxergam no escuro graças a detectores de radiação infravermelha ou a sensores capazes de ampliar a luz das estrelas. Mas o maior destaque é o avião norte-americano F-117, o caça invisível, projetado para minimizar sua detecção pelo radar inimigo.
Conflito Irã Iraque
Começa em setembro de 1980 com a invasão do Irã e a destruição de Khorramshar, onde fica a refinaria de Abadã, por tropas iraquianas. O pretexto é o repúdio, pelo governo iraquiano, ao Acordo de Argel (1975), que define os limites dos dois países no Chatt-el-Arab, canal de acesso do Iraque ao golfo Pérsico.
O Iraque quer soberania completa sobre o canal e teme que o Irã sob Khomeini tente bloquear o transporte do petróleo iraquiano ao golfo Pérsico pelo canal. Khomeini havia sido expulso do Iraque em 1978, a pedido do xá Reza Pahlevi, e o presidente iraquiano, Saddam Hussein, dera apoio aos movimentos contra-revolucionários de Baktiar e do general Oveissi.
O novo regime iraniano apóia o separatismo dos curdos no norte do Iraque e convoca os xiitas iraquianos a rebelarem-se contra o governo sunita de Saddam. O Irã bloqueia o porto de Basra e ocupa a ilha de Majnun, no pântano de Hoelza, onde estão os principais poços petrolíferos do Iraque. Este bombardeia navios petroleiros no golfo, usa armas químicas proibidas e ataca alvos civis. Há pouco avanço nas frentes de luta, mas o conflito deixa 1 milhão de mortos ao terminar em 1988.
Guerra do Líbano
O território do Líbano viveu uma guerra civil a partir de 1958, causada pela disputa de poder entre grupos religiosos do país: os cristãos maronitas, os sunitas (muçulmanos que acreditam que o chefe de Estado deve ser eleito pelos representantes do Islã, são mais flexíveis que os xiitas), drusos, xiitas e cristãos ortodoxos. O poder, no Líbano, era estratificado. Os cargos de chefia eram ocupados pelos cristãos maronitas, o primeiro ministro era sunita e os cargos inferiores ficavam com os drusos, xiitas e ortodoxos. No entanto, os sucessivos conflitos na Palestina fizeram com que um grande número de palestinos se refugiasse no Líbano, descontrolando o modelo de poder adotado, já que os muçulmanos passaram a constituir a maioria no Líbano. A Síria rompeu sua aliança com a OLP e resolveu intervir no conflito ao lado dos cristãos maronitas. Durante a ocupação israelense aconteceram os massacres de Sabra e Chatila. Foi com o apoio norte-americano que o cristão maronita Amin Gemayel chegou ao poder em 1982.
Revoltados com a presença das tropas norte-americanas na região, o quartel-general da Marinha americana foi atacado em outubro de 1983 e causou a morte de 241 fuzileiros. O atentado e a pressão internacional fizeram com que os Estados Unidos retirassem suas tropas do Líbano em fevereiro de 1984. As tropas israelenses também foram retiradas do Líbano, o que enfraqueceu os cristãos.
Os drusos se aproveitaram desta situação, dominaram a região do Chuf, a leste de Beirute, e expulsaram as comunidades maronitas entre 1984 e 1985. De outro lado, o sírio Hafez Assad e seus partidários libaneses detonaram uma onda de atentados a bairros cristãos e tentavam assassinar os auxiliares do presidente Amin Gemayel, que resistiu e permaneceu no poder até 1988.
Desde então, o Líbano está tentando reconstruir sua economia e suas cidades. O país é tutelado pela Síria
Intifada
Como Arafat insistia em negociar uma solução para a Questão Palestina, houve uma dissidência dentro da Organização para a Libertação da Palestina e, em maio de 1983, as forças leais a Arafat começaram a enfrentar rebeldes chefiados por Abu Mussa. Arafat, por sua vez, firmou novas alianças com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, e com o Rei Hussein, da Jordânia, e se reelegeu presidente da OLP no ano seguinte.Em 1985, Yasser e Hussein fizeram uma oferta de paz a Israel, em troca de sua retirada dos territórios ocupados. Os judeus, além de rejeitarem a proposta, mantiveram o exército naquelas regiões. Em 1987 explodiu uma rebelião popular em Gaza, cujo estopim foi o atropelamento e morte de quatro palestinos por um caminhão do exército israelense. Adolescentes, munidos de paus e pedras, enfrentaram, nas ruas, os soldados israelenses e o levante se alastrou. A repressão israelense foi brutal. Os soldados combatiam os paus e pedras com bombas de gás, tanques e balas de borracha. Os resultados da Intifada foram vários espancamentos, detenções em massa e deportações. A ação judaica foi condenada pelo Conselho de Segurança da ONU, o que influenciou a opinião pública mundial a favor da OLP. Como resultado da Intifada, as facções da OLP se uniram na intenção de criar um Estado palestino e, em novembro de 1988, o Conselho Nacional Palestino proclamou o Estado Independente da Palestina, ao mesmo tempo em que aceitava a existência de Israel. Além disso, o Conselho declarou sua rejeição ao terrorismo e pediu uma solução pacífica para o problema dos refugiados, aceitando, também, participar de uma conferência internacional de paz.
Acordo de Camp David
Com o cessar-fogo estabelecem-se as relações diplomáticas, iniciando-se um processo que é designado por paz americana. Iniciado em 1974/1975 com a metodologia dos pequenos passos de Henry Kissinger e, continuada pelo presidente Jimmy Carter em 1978/1979, ela visa, por parte dos E.U.A., a divisão do mundo árabe. A visita do presidente egípcio a Israel (1977) e os Acordos de Camp David (1978), que preparam um tratado de paz separado entre Isarel e o Egipto, concluído em 1979, constituem acontecimentos de relevo político na região. O presidente Sadate terá procurado nesta estratégia discutir a solução do problema palestino. Numa outra perspectiva, o tratado deveria atrair outros estados árabes, nomeadamente a Jordânia. A realidade posterior não viria a confirmar estas perspectivas, e os dirigentes israelitas prosseguirão até 1983 uma política assente na agressividade e na ocupação (os Montes Golan em 1980). Quanto às conversações sobre a autonomia dos Territórios Ocupados, previstas no Tratado de Paz entre o Egito e Israel, elas são praticamente ignorado continuando Israel a instalar
Guerra dos Seis Dias
A Guerra dos Seis Dias foi mais um desdobramento dos conflitos entre árabes e judeus. Ela recebeu esta denominação devido ao efetivo contra-ataque israelense à ofensiva árabe, promovido pelo Egito.
O presidente Nasser, buscando fortalecer o mundo árabe, tomou medidas importantes: deslocou forças árabes para a fronteira com Israel, exigiu a retirada de representantes militares da ONU mantida na região desde 1956, e ameaçou fechar a navegabilidade do Estreito de Tiran aos israelenses.
No entanto, a reação israelense a essas medidas foi rápida e decisiva: atacou o Egito, a Jordânia e a Síria, encerrando o conflito num curto espaço de tempo -- 5 a 10 de junho (6 dias) de 1967. Israel dominava as forças aéreas e, por terra, contava com forças blindadas comandadas pelo general israelense Moshé Dayan. O resultado da guerra aumentou consideravelmente o estado de Israel: foram conquistadas áreas do Egito, Faixa de Gaza, Península de Sinai, região da Jordânia, a Cisjordânia, o setor oriental de Jerusalém, partes pertencentes à Síria e às Colônias de Golan.
A Guerra dos Seis Dias fortaleceu o Estado de Israel e agravou o nível de tensão entre os países beligerantes.
Guerra de Suez (1956)
Com o objetivo de garantir o acesso dos ocidentais (principalmente franceses e ingleses) ao comércio oriental, antes realizado pelo contorno do sul da África. O controle das operações realizadas no canal ficou sob o domínio inglês e continuou mesmo após a independência do Egito. No entanto, em 1952, um Golpe de Estado realizado pelo revolucionário Gamal Abdel Nasser pôs fim ao regime monárquico do rei Faruk. A liderança de Nasser no governo egípcio revelou uma política de caráter nacionalista, buscando a modernização do Estado por meio da reforma agrária, do desenvolvimento da indústria e de uma melhor distribuição de renda. A luta contra o Estado de Israel, entretanto, não deixou de ser alimentada.
Numa atitude de combate ao colonialismo anglo-francês, Abdel Nasser nacionalizou o Canal de Suez e proibiu a navegação de navios israelenses no local. A medida causou um grande impacto na Inglaterra, França e Israel que, então, iniciaram uma guerra contra o Egito. No desenrolar do conflito, os egípcios foram derrotados, mas os Estados Unidos e a União Soviética interferiram, obrigando os três países a retirarem-se dos territórios ocupados. Ao final, o Canal de Suez voltava, definitivamente, para o Egito, mas com o direito de navegação estendido a qualquer país.
A Guerra de Suez revelou uma nova referência para o contexto político da região: a cumplicidade de Israel com as potências imperialistas ocidentais. Tal constatação acentuou a ruptura entre árabes e judeus, abrindo precedentes para novos conflitos.
Conflito árabe israelense (1948-1949)
Por volta do século IX, comunidades judaicas foram restabelecidas em Jerusalém e Tibérias. No século XI, a população judaica crescia nas cidades de Rafah, Gaza, Ashkelon, Jaffa e Caesarea. Durante o século XII, muitos judeus que viviam na Terra Prometida foram massacrados pelas Cruzadas, mas nos séculos seguintes, a imigração para a Terra de Israel continuou. Mais comunidades religiosas judaicas estavam se fixando em Jerusalém e em outras cidades.
Um dos pontos fundamentais da fé judaica é que todo o povo será liderado de volta à Terra de Israel e que o Templo Sagrado será restabelecido. Muitos judeus acreditam que o Messias, que será enviado por Deus, irá liderar o retorno de todo o povo judeu à Terra de Israel.
Contudo, muitos judeus acreditavam que eles próprios deveriam iniciar seu retorno à sua terra histórica. A idéia de estabelecer um estado judeu moderno começou a ganhar grande popularidade no século XIX na Europa. Um jornalista austríaco chamado Theodor Herzl levou adiante a idéia do sionismo, definido como o movimento nacional de libertação do povo judeu. O sionismo afirma que o povo judeu tem direito ao seu próprio estado, soberano e independente.
No final do século XIX, o aparecimento do anti-semitismo, o preconceito e ódio contra judeus, levaram ao surgimento de pogroms (massacres organizados de judeus) na Rússia e na Europa Oriental. Esta violência notória contra judeus europeus ocasionou imigrações maciças para a Terra de Israel. Em 1914, o número de imigrantes vindos da Rússia para a Terra de Israel já alcançava os 100.000. Simultaneamente, muitos judeus vindos do Iêmen, Marrocos, Iraque e Turquia imigraram para a Terra de Israel. Quando os judeus começaram, em 1882, a imigrar para seu antigo território em grande escala, viviam por lá menos de 250.000 árabes.
O povo judeu baseia suas reivindicações pela Terra de Israel em diversos fatores:
1. A Terra de Israel foi prometida por Deus aos judeus. Esta é a antiga terra dos patriarcas e profetas bíblicos.
2. Desde que os judeus foram exilados pelos romanos, a Terra de Israel nunca foi estabelecida como um estado.
3. O estado de Israel foi criado pelas Nações Unidas em 1947. É um estado democrático, moderno e soberano.
4. Toda a Terra de Israel foi comprada pelos judeus ou conquistada por Israel em guerras de defesa, após o país ter sido atacado por seus vizinhos árabes.
5. Os árabes controlam 99.9% do território no Oriente Médio. Israel representa apenas um décimo de 1 % da região.
6. A história demonstrou que a segurança do povo judeu apenas pode ser garantida através da existência de um estado judeu forte e soberano.
Em 1517, os turcos otomanos da Ásia Menor conquistaram a região e, com poucas interrupções, governaram Israel, então chamada de Palestina, até o inverno de 1917-18. O país foi dividido em diversos distritos, dentre eles, Jerusalém. A administração dos distritos foi cedida em grande parte aos árabes palestinos. As comunidades cristãs e judaicas, porém, receberam grande autonomia. A Palestina compartilhou a glória do Império Otomano durante o século XVI, mas foi negligenciada quando o império começou entrar em declínio no século XVII.
Em 1882, menos de 250.000 árabes viviam no local. Uma parte significante da Terra de Israel pertencia aos senhores, que viviam no Cairo, Damasco e Beirute. Por volta de 80% dos árabes palestinos eram camponeses, nômades ou beduínos.
Em 1917-18, com apoio dos árabes, os britânicos capturaram a Palestina dos turcos otomanos. Na época, os árabes palestinos não se imaginavam tendo uma identidade separada. Eles se consideravam parte de uma Síria árabe. O nacionalismo árabe palestino é, em grande parte, um fenômeno do pós Primeira Guerra Mundial.
Em 1921, o Secretário Colonial Winston Churchill separou quase quatro-quintos da Palestina – aproximadamente 35.000 milhas quadradas - para criar um emirado árabe, a Transjordânia, conhecida hoje como Jordânia. Este país, que é uma monarquia árabe, é em sua maioria composto por palestinos que hoje representam aproximadamente 70% da população.
Em 1939, os britânicos anunciaram o White Paper (Carta Branca), um documento relatando que um estado árabe independente e não dividido seria estabelecido na Terra de Israel (chamada de Palestina) dentro de 10 anos. O nacionalismo árabe cresceu com a promessa de um estado forte. Mas, como discutiremos futuramente, os britânicos não foram capazes de manter sua promessa aos árabes. Em vez disso, em 1947, as Nações Unidas decidiram dividir a Terra de Israel em dois estados: um judeu e outro árabe. Em 1948, foi estabelecido o estado de Israel. Quando seus vizinhos árabes atacaram o novo estado judeu, teve início a primeira guerra árabe-israelense. Durante o estabelecimento do estado de Israel e durante a primeira guerra entre árabes e israelenses, mais da metade dos árabes que viviam na Terra de Israel fugiram, dando início ao problema ainda hoje vigente de refugiados palestinos, que discutiremos nos próximos artigos.
O povo palestino baseia suas reivindicações pela Terra de Israel em diversos fatores:
1. Os árabes muçulmanos viveram no local por muitos anos.
2. O povo palestino tem o direito à independência nacional e à soberania sobre a terra onde viveram.
3. Jerusalém é a terceira cidade sagrada na religião muçulmana, local de elevação do profeta Maomé aos Céus.
4. O Oriente Médio é dominado por árabes. Outras religiões ou nacionalidades não pertencem à região.
5. Todos os territórios árabes que foram colonizados tornaram-se estados completamente independentes, exceto a Palestina.
6. Os palestinos tornaram-se refugiados.
O Bullying é um ato agressivo, tanto verbal quanto físicos repetitivos, provocados por uma pessoa ou um grupo contra uma ou mais pessoas. Ocorre pelo desequilíbrio de poder, quando o alvo é muito passivo e não exerce poder (não há autoridade) e acaba sendo humilhado por uma pessoa ou por um grupo de pessoas.
Em inglês: BULLYING: AMEAÇAR, INTIMIDAR. Este ato pode-se ocorrer em diversos ambientes, como escolas, universidades, no trabalho e até mesmo entre vizinhos.
O bullying é um assunto muito sério, que pode levar tanto ao agressor quanto a vitima a cometer atos absurdos. Ele se divide em duas categorias: BULLYING direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e BULLYING indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima.
Em inglês: BULLYING: AMEAÇAR, INTIMIDAR. Este ato pode-se ocorrer em diversos ambientes, como escolas, universidades, no trabalho e até mesmo entre vizinhos.
O bullying é um assunto muito sério, que pode levar tanto ao agressor quanto a vitima a cometer atos absurdos. Ele se divide em duas categorias: BULLYING direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e BULLYING indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima.
O(s) autor (es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
O tema solicitado pela professora de Português (Masilsa B. Lovatto) foi o BULLYING. Um assunto que já foi trabalhado diversas vezes, mas que não há limites para ser discutido. O Bullying é um assunto muito sério que pode-se ocorrer a qualquer hora e em qualquer lugar.
Devido ao tema solicitado, busquei por vídeos relacionados, e encontrei este a cima, muito interessante por sinal.
No documentário mostra varias opiniões de pessoas diferentes em relação ao bullying e também algumas "soluções".
DIGA NÃO AO BULLYING!
Este livro da autoria de Ivan Jaf fala que o personagem vampiro Clemente aos 808 anos, está bastante acostumado ao lucro da corte Portuguesa, sustentado por ouro e diamantes do Brasil. Porém, a invasão eminente de Napoleão Bonaparte, no final de 1807, preocupa não só os mortais. A exemplo de seu Imperador, vampiros franceses aliados aos espanhóis, preparam um golpe. Chefe da cidade do porto, Clemente cai em uma emboscada. Para se recuperar, ele se esconde no navio que traz a família real, às pressas, para o Brasil, chega ao Rio de Janeiro (cidade quente, de ruas estreitas, malcheirosas). Seu único alento é conhecer Fátima. A juventude, o calor e a vida dela lhe inspiram paixão e desejo. Obcecado ele rouba o tesouro real, infiltra-se na nobreza e, mesmo diante das adversidades, vai buscar conquistar o coração da amada. Enquanto isso ele se acostuma aos hábitos bons e maus.
( JAF, Ivan - Um vampiro apaixonado na corte de D. João)
Grito por socorro, mas quem irá me ouvir? Procuro por
pessoas que me ouçam, que queiram ouvir meus desabafos, mas olhando para um
lado e olhando para outro não há ninguém, há apenas eu e meus dolorosos textos,
onde apenas eu irei ler, onde apenas eu irei entender... Cada palavra escrita é
uma dor inquebrável, uma dor que se formou por saudades, por falta, falta de
pessoas ao meu lado... Ahhhh, quantos murmúrios... Poderia destrair-me com
outras coisas... Mas, "o que"? É difícil, viver trancado dentro de um
quarto de uma torre, onde quando se abre a porta está tudo escuro, não há
ninguém... Descendo, procuro por alguém, procuro por uma luz, mas mais uma vez
nada... Nada anda bem por aqui, aqui na torre, aqui dentro, aqui no meu
coração...
Ohhh, doce garota, digo-me: "Não se torne amarga
pequena, isso irá passar"... Passar por onde? Por onde mais passaria? Isso
é estranho, talvez não soe bem... Não, não, não.
Nesta noite, chorando, sai, sai na janela, tentei olhar para
o céu, limpei meus olhos, orei, pedi a Deus uma ajuda, e olhando intensamente,
olhando distante, avistei algo, fiz uma nova amiga... Minha nova amiga, a Lua,
na qual nunca percebi o quanto ela já me ouviu, o quanto ela já me olhou, o
quanto ela sempre esteve ali em todas as noites de sofrimento... Ohhh, Lua,
doce lua, minha amiga, por quê? Por que isso ocorre? Por quê? Sei que você há
de me ajudar... Mande os socorros aí de cima me ajudar, estou sofrendo, estou
doente, é uma urgência minha amiga, estou morrendo... Aos poucos, e acho que já
chegou a hora de uma ajuda amiga, mande-me seus socorros, não demore... Talvez
seja tarde demais!
De um tempo pra lá, de um tempo pra cá, nessa de lá e cá as
coisas vieram mudando... Vieram se transformando, se transformando de uma forma
sem moderação. Se transformando de uma forma que nem eu mesma pude entender e
aguentar... Talvez seja muita pressão para eu mesma, quem pudera uma garota de
apenas 13 anos ter tantos problemas... É algo difícil de entender. Mas quem
disse que para ter problemas tem que ser gente grande?
Meus problemas são apenas por falta de pessoas ao meu lado,
por falta de pessoas verdadeiras... E te pergunto: Sabe o que eu quero? E eu
mesma te respondo: Eu quero pessoas que estejam comigo, que estejam comigo sem
precisar dizer absolutamente nada. Eu quero paz, a calma de um olhar de uma
doce criança.
Talvez muitos entendessem se eu saísse por ai... Gritando
tudo o que sinto tudo o que preciso... Mas não, quem irá se importar com os
sentimentos de uma "pequena" adolescente com falta de pessoas ao seu
lado? Quem irá se importar? Quem? Então já que nem mesmo as pessoas mais
próximas se importam, escrevo-me... Estranho não? Escrever para si mesmo! É,
mas sabe por que escrevo para eu mesma? Porque descobri que quando nos
libertamos, que quando não precisamos da mão da nossa mãe para atravessar a
rua, temos que aprender a voar sozinhos, encarando a triste realidade...
A minha realidade realmente é triste, vindo cá e indo lá,
descobri que ter tudo não é tudo! Descobri que tudo é você ter quem ama
contigo!
Confusa? Sim, eu estou! E me pergunto: "O que gerou
tudo isso?" Ah sim, aquele doce garoto gerou isso... Está grande confusão
dentro do meu coração... Ohh doce garoto, por que fizestes isso comigo?
Despertaste meus sentimentos a ti e me deixastes por aí, me deixastes ao
vento... Fazendo então com que, me levaste ao posso, ao fundo, ao escuro... Levando-me
a observar todos os acontecidos... Tu me levaste ao buraco, me fez olhar ao céu
de longe... Me fez conversar com a Lua... Oh garoto, agora converso com a Lua
por causa de ti... Vejo tudo que vivemos... Lembro de o seu doce olhar, que me
faz lembrar as estrelas que olho todas as noites... Ohhh doce garoto, mesmo
assim eu te amo, tenho um orgulho a ti, você me transmite paz meu amor...
Do que adianta? Amar-te tanto sendo que não posso te ter aos
meus braços!
A vida não para, não para... Independente do nosso modo.
Independente de o nosso estar, a vida não para, não para.
E é da nossa parte fazer com que vala a pena... E sabe...
Hoje estive meio vazia, meia sem sentimentos, talvez hoje tenha me faltado
algo... Aquilo que sempre me preenche no dia-a-dia... Aquele sentimento que tem
uma pitada do bem, mas que já me deixa tranquila... Hoje o que de verdade
transbordou foi a guerra...
Abri a janela, e procurei minha amiga... Angustiada não a
encontrei hoje... Poxa Lua, queria tanto poder desabafar hoje, te falar desta
confusão, desta coisa, deste negócio, deste troço que me deixa desorientada...
Ohhh minha amiga por que me deixastes hoje? Logo hoje, um dia que estou tão só!
É incrível, é incrível, incrível! É incrível como as coisas
estão sendo ultimamente... Estão sendo piores do que havia imaginado... Estou
como bolhas de sabão... Não, não, não! Não quero ser como bolhas de sabão...
Ohhh, amiga! Venha, depressa, venha apaziguar estas magoas,
venha, ainda há tempo... Não demore!
"Ao contar a história do Brasil, muitas vezes o índio é tratado como um ser que parou no passado. Além disso, relacionado a atraso, preguiça e selvageria. Este episódio apresenta quem são e como vivem os indígenas no Brasil atual, tomando como foco a relação deles com os outros brasileiros."
"Qual era sua visão/seu conceito acerca dos índios antes de: assistir ao documentário passado pela professora Sueli/Tammy (História), realizar pesquisa/diário solicitada a ler o livro Ekoaboka? E hoje? Sua opinião se modificou? Como você os vê agora? Explique... Obs: O cacique Apoena pode ser um exemplo para sua argumentação."
De início, minha visão em relação aos índios era: "aquele que vive na mata e que caça para sustentar sua família"... Agora minha visão é totalmente ao contrário, através do livro "Ekoaboka", de trabalhos e pesquisas solicitadas pela professora Marilsa, pude mudar meus conceitos... E pude descobrir que índio não é apenas isso, descobri que o indígena teve uma grande importância para a nossa cultura, vocabulário, culinária, lendas e inúmeras outras coisas. E algo que chama muito minha atenção em relação aos índios é que, entre eles não há uma divisão de classes sociais como o homem branco, a única divisão existente entre eles são entre crianças, mulheres, homens e idosos, cada um tendo sua função na tribo. Através de todos estes recursos de pesquisa aprendi também que, o índio não é tão "assustador" como alguns pensam, são seres-humanos com sentimentos da mesma forma que nós (homem branco).
Este livro, é mais um romance de Pedro Bandeira. O livro conta sobre 7 histórias apaixonantes envolvendo muita imaginação, porém uma das sete histórias que mais me chamou atenção foi "par de tênis". A história é muito parecida com a do conto de fadas de Cinderella.
Conta sobre Caroline, uma garota pobre que vivia ao lado da sua melhor amiga Simone, dividindo segredos e sentimentos... Que sonhava em um dia encontrar seu "príncipe encantado".
Caroline apesar de tudo, era uma garota guerreira, batalhadora e o principal, muito sonhadora... Ela trabalhava, ia a escola, ajudava sua madrasta nos deveres de casa, ajudava a colocar sustentos dentro de casa, enfim, e acabava não tendo tempo para ela mesma.
Um certo dia, Simone a melhor amiga de Caroline, ajuda-a a produzir-se para a festa da garota mais rica e popular da sala... Caroline iria a festa sem que seus país soubessem, então Simone para ajudar a melhor amiga decidiu "acoberta-la" e dizendo a amiga que voltasse antes da meia noite.
Caroline ao chegar a festa, simplesmente radiante, com seus pares de tênis novos que havia sido presenteada por Simone e acessórios que eram de sua madrasta, de inicio avistou um garoto lindo, o garoto de seus sonhos... O melhor de tudo, o garoto havia avistado Caroline também... Foi como nos filmes, nos contos de fada, foi amor a primeira vista...
Os dois conversaram a festa inteira, dançaram, até que Caroline olha no relógio e vê que já eram meia noite, e sua madrasta já estaria para chegar em casa... Caroline sai correndo, e deixa o garoto falando sozinho, e acaba deixando um do par do seu tênis para trás... O garoto que havia passado a festa inteira junto com Caroline, guarda o tênis para si, e decidi no outro dia procurar a dona do tênis.
Chegando em casa, tudo deu certo, a madrasta de Caroline não havia chegado ainda, porém só foi o tempo de Caroline tirar a roupa, colocar os acessórios de sua madrasta no lugar, e deitar-se, que seus país chegaram...
No outro dia, o garoto apaixonado da festa, sai procurando a dona do tênis por toda vizinhança, até encontrar a dona, Caroline... Eles acabam se conhecendo mais, e começam a namorar... Caroline depois desse grande acontecido, passar ter sua vida melhor, em todos os sentidos, amorosos, financeiros, enfim... Caroline foi muito feliz ao lado de seu "príncipe".
Conta sobre Caroline, uma garota pobre que vivia ao lado da sua melhor amiga Simone, dividindo segredos e sentimentos... Que sonhava em um dia encontrar seu "príncipe encantado".
Caroline apesar de tudo, era uma garota guerreira, batalhadora e o principal, muito sonhadora... Ela trabalhava, ia a escola, ajudava sua madrasta nos deveres de casa, ajudava a colocar sustentos dentro de casa, enfim, e acabava não tendo tempo para ela mesma.
Um certo dia, Simone a melhor amiga de Caroline, ajuda-a a produzir-se para a festa da garota mais rica e popular da sala... Caroline iria a festa sem que seus país soubessem, então Simone para ajudar a melhor amiga decidiu "acoberta-la" e dizendo a amiga que voltasse antes da meia noite.
Caroline ao chegar a festa, simplesmente radiante, com seus pares de tênis novos que havia sido presenteada por Simone e acessórios que eram de sua madrasta, de inicio avistou um garoto lindo, o garoto de seus sonhos... O melhor de tudo, o garoto havia avistado Caroline também... Foi como nos filmes, nos contos de fada, foi amor a primeira vista...
Os dois conversaram a festa inteira, dançaram, até que Caroline olha no relógio e vê que já eram meia noite, e sua madrasta já estaria para chegar em casa... Caroline sai correndo, e deixa o garoto falando sozinho, e acaba deixando um do par do seu tênis para trás... O garoto que havia passado a festa inteira junto com Caroline, guarda o tênis para si, e decidi no outro dia procurar a dona do tênis.
Chegando em casa, tudo deu certo, a madrasta de Caroline não havia chegado ainda, porém só foi o tempo de Caroline tirar a roupa, colocar os acessórios de sua madrasta no lugar, e deitar-se, que seus país chegaram...
No outro dia, o garoto apaixonado da festa, sai procurando a dona do tênis por toda vizinhança, até encontrar a dona, Caroline... Eles acabam se conhecendo mais, e começam a namorar... Caroline depois desse grande acontecido, passar ter sua vida melhor, em todos os sentidos, amorosos, financeiros, enfim... Caroline foi muito feliz ao lado de seu "príncipe".
Tremendamente sem rumo, tento encontrar a tal da felicidade, andando por ruas e esquinas... Dizem que ela é maravilhosa, só queria poder encontrá-la por aí, dizer um "oi" e sair fora, ou quem sabe, ela gostasse de mim e permanecesse na minha vida diferente das pessoas que só passaram por aqui?
Há alguns anos de caminhada, há alguns anos de desastres, fúrias e rebeliões, me pergunto, onde vai à paz?
Chego a acreditar totalmente que ela está doente, que não tem mais tempo, que está se tornando supérflua, se tornando inútil neste mundo de audaciosos frustrados, pessoas incompreensíveis, de mentes fechadas... Onde a aparência e o custo valem mais do que o caráter e o verdadeiro amor... Ahhhh... Como isso, que geração de porcaria, geração grande, porém pequena.
Como ter chegado a este ponto? Como? Tantas interrogações, que ficou impossível de conseguir responder algo...
Sim, quero a tal da felicidade, quero que a paz se recupere, quero que todas estas perguntas indecifráveis sejam abertas pela compreensão, pelo amor... Mas acho que a tal da felicidade mudou-se de país, os especialistas não acharam a cura para a paz, e a chave do cofre foi quebrada, e seus pedaços incinerados pelo fogo repentino...
Abdicaria de tudo só pelo sossego, pela serenidade de um olhar verdadeiro... Pela solenidade das pessoas... Queria poder voar, voar livremente, sem que nada e nem ninguém me impedisse de sentir o vento, de sentir o ar...
É um sacrifício conseguir entender que as coisas continuarão as mesmas, sem nenhuma mudança, É um nó que se forma na minha garganta, que chego a me entalar de lágrimas... Lágrimas doídas, que chegam a parecer lagrimas de sangue... Lagrimas que caem ao silencio da noite... Noites que deveriam ser doces e mágicas e se tornam atordoantes e dolorosas. Mas, talvez isso passe e talvez isso seja apenas uma tempestade de alguns anos... E, quem sabe, quando eu chegar a uma idade estável tudo mude? Mude para melhor... E quem sabe quando eu chegar lá, nessa esperada idade, a felicidade já não tenha voltado de viagem, os especialistas já não tenham achado uma cura para a paz e, quem sabe a cópia da chave do cofre não tenha sido achada?
Há alguns anos de caminhada, há alguns anos de desastres, fúrias e rebeliões, me pergunto, onde vai à paz?
Chego a acreditar totalmente que ela está doente, que não tem mais tempo, que está se tornando supérflua, se tornando inútil neste mundo de audaciosos frustrados, pessoas incompreensíveis, de mentes fechadas... Onde a aparência e o custo valem mais do que o caráter e o verdadeiro amor... Ahhhh... Como isso, que geração de porcaria, geração grande, porém pequena.
Como ter chegado a este ponto? Como? Tantas interrogações, que ficou impossível de conseguir responder algo...
Sim, quero a tal da felicidade, quero que a paz se recupere, quero que todas estas perguntas indecifráveis sejam abertas pela compreensão, pelo amor... Mas acho que a tal da felicidade mudou-se de país, os especialistas não acharam a cura para a paz, e a chave do cofre foi quebrada, e seus pedaços incinerados pelo fogo repentino...
Abdicaria de tudo só pelo sossego, pela serenidade de um olhar verdadeiro... Pela solenidade das pessoas... Queria poder voar, voar livremente, sem que nada e nem ninguém me impedisse de sentir o vento, de sentir o ar...
É um sacrifício conseguir entender que as coisas continuarão as mesmas, sem nenhuma mudança, É um nó que se forma na minha garganta, que chego a me entalar de lágrimas... Lágrimas doídas, que chegam a parecer lagrimas de sangue... Lagrimas que caem ao silencio da noite... Noites que deveriam ser doces e mágicas e se tornam atordoantes e dolorosas. Mas, talvez isso passe e talvez isso seja apenas uma tempestade de alguns anos... E, quem sabe, quando eu chegar a uma idade estável tudo mude? Mude para melhor... E quem sabe quando eu chegar lá, nessa esperada idade, a felicidade já não tenha voltado de viagem, os especialistas já não tenham achado uma cura para a paz e, quem sabe a cópia da chave do cofre não tenha sido achada?
Após fazer a leitura do livro "A marca de uma lágrima" de Pedro Bandeira, me surpreendi, pois nunca fiz gosto pelo mesmo... Após a leitura deste livro fabuloso, comecei a me interessar mais pelas histórias de Pedro Bandeira, minha opinião mudou-se totalmente em relação aos seus livros.
Suas obras contam sobre o cotidiano adolescente, e todas suas histórias são totalmente dedicadas aos adolescentes que acabará de descobrir o que é o "amor"... Realmente são histórias apaixonantes!!!
Enfim, meu foco é contar sobre o livro "A marca de uma lágrima". Inicialmente o livro conta a história de uma garota chamada Izabel, uma garota simplesmente genial. O drama conta que Izabel escreve histórias e poemas incríveis, histórias e poemas maravilhosos, muito criativos e profundos para uma garota de sua idade. Mas, dentro desta garota genial, havia uma grande baixo-estima. Izabel se achava completamente feia, mas não era exatamente isso. Izabel era simplesmente linda e encantadora, porém tímida e preservada.
A história conta que Izabel não havia contato com seu primo Cristiano a anos, mas lhe surge um espetaculoso convite... O convite do aniversário deste seu primo! Izabel, totalmente animada resolve chamar sua melhor amiga Rosana para ir a festa consigo para lhe fazer companhia.. Chegando a festa e ao reencontrar seu primo, Izabel e Rosana ficam completamente apaixonadas por Cristiano .. Principalmente a doce Izabel!
Após um tempo na festa, Izabel se depara com um garoto no jardim e o beija, para ela o tal garoto com toda certeza era Cristiano, mas o que ela não sabe é que havia beijado Fernando... E então partiu para sua casa apaixonada pelo beijo de um garoto, achando ser de outro...
Dia e horas após esta festa, Rosana conta para Izabel que estará namorando com Cristiano... Como assim? Para ela Cristiano era seu, era o falso dono do beijo... E aquela noite? Por onde ficou? Cristiano e Rosana namorando! Enquanto ela estava completamente perdida, numa mistura de paixão, farsa e desprezo!
Rosana sem saber da paixão de Izabel por Cristiano, pediu ajuda para escrever poemas e textos de amor para seu amado... Izabel não podendo recusar ajuda a amiga, alimentou o fruto desses dois apaixonados.... Cristiano era apaixonado pelos poemas e textos e não por Rosana, ou seja Cristiano era apaixonado por Izabel... E Izabel, a escritora dos textos e poemas era apaixonada por Fernando, o dono do beijo e não por Cristiano... Grande confusão, não?
No final do livro, acontece a morte da diretora da escola, provocando então, um grande acontecimento na vida de Izabel, esclarecendo grandes e curiosos acontecidos... Levando ela a descobrir que o dono do apaixonado beijo era Fernando e não Cristiano, Fernando era o dono do beijo e do coração de Izabel... Finalmente Cristiano descobre também que Rosana não era dona dos lindos versos, e sim Izabel, levando então Cristiano a lutar pelo coração de Izabel, já disputado por Fernando...
Izabel toma a decisão de escolher Fernando, o seu verdadeiro amor, deixando então Cristiano... E assim finaliza-se o livro, Cristiano e Rosana se distanciam, Rosana apaixonada por Cristiano, Cristiano apaixonado por Izabel, e Izabel e Fernando apaixonados um pelo outro...
Realmente, é uma história bem emocionante, envolvendo drama, mortes, paixão, dúvidas e importantes decisões.
Suas obras contam sobre o cotidiano adolescente, e todas suas histórias são totalmente dedicadas aos adolescentes que acabará de descobrir o que é o "amor"... Realmente são histórias apaixonantes!!!
Enfim, meu foco é contar sobre o livro "A marca de uma lágrima". Inicialmente o livro conta a história de uma garota chamada Izabel, uma garota simplesmente genial. O drama conta que Izabel escreve histórias e poemas incríveis, histórias e poemas maravilhosos, muito criativos e profundos para uma garota de sua idade. Mas, dentro desta garota genial, havia uma grande baixo-estima. Izabel se achava completamente feia, mas não era exatamente isso. Izabel era simplesmente linda e encantadora, porém tímida e preservada.
A história conta que Izabel não havia contato com seu primo Cristiano a anos, mas lhe surge um espetaculoso convite... O convite do aniversário deste seu primo! Izabel, totalmente animada resolve chamar sua melhor amiga Rosana para ir a festa consigo para lhe fazer companhia.. Chegando a festa e ao reencontrar seu primo, Izabel e Rosana ficam completamente apaixonadas por Cristiano .. Principalmente a doce Izabel!
Após um tempo na festa, Izabel se depara com um garoto no jardim e o beija, para ela o tal garoto com toda certeza era Cristiano, mas o que ela não sabe é que havia beijado Fernando... E então partiu para sua casa apaixonada pelo beijo de um garoto, achando ser de outro...
Dia e horas após esta festa, Rosana conta para Izabel que estará namorando com Cristiano... Como assim? Para ela Cristiano era seu, era o falso dono do beijo... E aquela noite? Por onde ficou? Cristiano e Rosana namorando! Enquanto ela estava completamente perdida, numa mistura de paixão, farsa e desprezo!
Rosana sem saber da paixão de Izabel por Cristiano, pediu ajuda para escrever poemas e textos de amor para seu amado... Izabel não podendo recusar ajuda a amiga, alimentou o fruto desses dois apaixonados.... Cristiano era apaixonado pelos poemas e textos e não por Rosana, ou seja Cristiano era apaixonado por Izabel... E Izabel, a escritora dos textos e poemas era apaixonada por Fernando, o dono do beijo e não por Cristiano... Grande confusão, não?
No final do livro, acontece a morte da diretora da escola, provocando então, um grande acontecimento na vida de Izabel, esclarecendo grandes e curiosos acontecidos... Levando ela a descobrir que o dono do apaixonado beijo era Fernando e não Cristiano, Fernando era o dono do beijo e do coração de Izabel... Finalmente Cristiano descobre também que Rosana não era dona dos lindos versos, e sim Izabel, levando então Cristiano a lutar pelo coração de Izabel, já disputado por Fernando...
Izabel toma a decisão de escolher Fernando, o seu verdadeiro amor, deixando então Cristiano... E assim finaliza-se o livro, Cristiano e Rosana se distanciam, Rosana apaixonada por Cristiano, Cristiano apaixonado por Izabel, e Izabel e Fernando apaixonados um pelo outro...
Realmente, é uma história bem emocionante, envolvendo drama, mortes, paixão, dúvidas e importantes decisões.
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